Consumidor pinhalense paga o botijão mais caro da região

- 13:20
Pinhalenses protestam nas redes sociais e contestam o valor cobrado pelo gás liquefeito de petróleo (GLP) - ou, como é mais conhecido, gás de cozinha. A suspeita é de que o valor cobrado (praticamente o mesmo) por todas as  distribuidoras da cidade seja resultado de uma formação de cartel.

Segundo a moradora, “é preciso acabar com essa cobrança abusiva. Pagamos caro e não temos opções de concorrência pois tudo está o mesmo preço”.

A suspeita é a de que as empresas estejam fazendo um esquema de cartel, que é um acordo de cooperação entre empresas que buscam manter (entre elas) a cota de produção do mercado, determinando os preços e limitando a concorrência. "Existe uma chance de se ter essa cartelização por conta do valor cobrado pelo botijão. A variação é muito pouca e quase todas cobram o mesmo preço” disse um morador de Espírito Santo do Pinhal

Na cidade vizinha Santo Antonio do Jardim(SP) o botijão de gás GLP/13kg sai por apenas R$ 55 reais.

Em uma rápida pesquisa feita no site da Agência Nacional de Petróleo (ANP), é possível constatar que Espírito Santo do Pinhal é a cidade com o valor mais caro de botijão de gás de cozinha. Em média, em Espírito Santo do Pinhal, o botijão de gás custa R$ 70; o município com preço mais barato é o de Mogi-Mirim, R$ 52,50. Todos os valores pesquisados no site da ANP foram atualizados dia 14 de Janeiro de 2018.

Advogados orientam a população a denunciar. A denuncia pode ser feita no PROCON de Espírito Santo do Pinhal que fica localizado na Rua Jorge Tibiriçá, 446 com atendimento de segunda a sexta das 09:00 as 16:00.

Em caso de comprovação de superfaturamento nos preços do gás de cozinha e a formação de cartel no produto, o Procon informou que os estabelecimentos poderão ser penalizados com multas e até interdição.

Publicidade


EmoticonEmoticon

 

Digite o que deseja buscar e pressione enter