Região tem entre os anos de 2017 e 2018 14 mortes confirmadas pelas secretarias de saúde. O índice de letalidade da febre amarela na região de Campinas nos anos de 2017 e 2018 é maior do que a registrada no estado de São Paulo. São 23 casos e 14 mortes, ou seja, 58%, de letalidade. No estado, o índice de mortes é de 36,2%.

O último caso de morte confirmada no entorno de Campinas ocorreu em Vinhedo (SP), mas o local onde o paciente foi infectado está sendo investigado tanto pela cidade, como em Valinhos (SP), onde quatro mortes já ocorreram.

>> Tire dúvidas sobre febre amarela

Uma das preocupações dos agentes de saúde é o fato do tempo entre a picada do mosquito transmissor e os sintomas começarem ser de apenas de uma semana.

Mas depois dos sintomas se iniciarem, pode levar de três a quatro dias para a situação se agravar.

A médica epidemiologista Amanda Braga explica o que pode ocorrer.

“É uma doença que acomete o fígado, rim, o sistema nervoso central e a coagulação sanguínea. Então, é basicamente tudo e pode haver falência de todos os órgãos”, disse a médica.

Por isso, segundo a médica, pessoas que moram perto de matas ou incidência de casos devem ficar atentas caso sintam febre, dor de cabeça, dor no corpo, náuseas ou amarelado na pele. Se os sintomas forem apresentados é preciso ir ao serviço médico.

Letalidade região
Espírito Santo do Pinhal: 3 casos e 2 mortes: 66% de letalidade
Amparo: 5 casos e 2 morte: 40% de letalidade
Monte Alegre do Sul: 1 caso e uma morte (contaminada em Amparo) 100% de letalidade
Campinas: 1 caso e sem mortes
Monte Alegre do Sul: 5 casos e 3 mortes: 60% de letalidade
Tuiti: 1 caso e sem morte
Vinhedo: 1 caso e uma morte: 100% de letalidade
Valinhos: 6 casos e 4 mortes: 66% de letalidade
Fonte e fotos: G1 Campinas

Letalidade da febre amarela na região de Campinas é de cerca de 60% e supera média estadual

Região tem entre os anos de 2017 e 2018 14 mortes confirmadas pelas secretarias de saúde. O índice de letalidade da febre amarela na região de Campinas nos anos de 2017 e 2018 é maior do que a registrada no estado de São Paulo. São 23 casos e 14 mortes, ou seja, 58%, de letalidade. No estado, o índice de mortes é de 36,2%.

O último caso de morte confirmada no entorno de Campinas ocorreu em Vinhedo (SP), mas o local onde o paciente foi infectado está sendo investigado tanto pela cidade, como em Valinhos (SP), onde quatro mortes já ocorreram.

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Uma das preocupações dos agentes de saúde é o fato do tempo entre a picada do mosquito transmissor e os sintomas começarem ser de apenas de uma semana.

Mas depois dos sintomas se iniciarem, pode levar de três a quatro dias para a situação se agravar.

A médica epidemiologista Amanda Braga explica o que pode ocorrer.

“É uma doença que acomete o fígado, rim, o sistema nervoso central e a coagulação sanguínea. Então, é basicamente tudo e pode haver falência de todos os órgãos”, disse a médica.

Por isso, segundo a médica, pessoas que moram perto de matas ou incidência de casos devem ficar atentas caso sintam febre, dor de cabeça, dor no corpo, náuseas ou amarelado na pele. Se os sintomas forem apresentados é preciso ir ao serviço médico.

Letalidade região
Espírito Santo do Pinhal: 3 casos e 2 mortes: 66% de letalidade
Amparo: 5 casos e 2 morte: 40% de letalidade
Monte Alegre do Sul: 1 caso e uma morte (contaminada em Amparo) 100% de letalidade
Campinas: 1 caso e sem mortes
Monte Alegre do Sul: 5 casos e 3 mortes: 60% de letalidade
Tuiti: 1 caso e sem morte
Vinhedo: 1 caso e uma morte: 100% de letalidade
Valinhos: 6 casos e 4 mortes: 66% de letalidade
Fonte e fotos: G1 Campinas
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