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Advogado nega viagem de médica do Samu ao exterior; relatório final sai na quinta-feira
Uma polêmica está ocorrendo no caso da médica do Samu, Amapro Vera Calderon Curvelo, investigada após negar envio de ambulância para socorrer idoso de 80 anos, que veio a óbito no dia 7 de janeiro em Espírito Santo do Pinhal (SP).

Segundo informações do jornal O MUNICÍPIO, a informação de que a médica e o advogado estaria viajando para o exterior, foi repassada por Amarildo Duzi Moraes, presidente do Conderg ( Consórcio de Desenvolvimento da Região de Governo de São João da Boa Vista ) e atual prefeito de Vargem Grande do Sul (SP).

Em resposta a Amarildo, o advogado disse que
em nenhum momento ela apresentou informação de que estaria fora do País, quem semeou essa informação foi o senhor, por sinal, informação inverídica. Caso o senhor não se retrate, buscaremos as vias judiciais para que o senhor seja responsabilizado, se assim entender a Justiça.

E completou:
Quem esteve fora do País foi este subscritor, na condição de advogado; a médica não saiu do País, cumpriu regularmente com as obrigações dela no local de trabalho, além do que, ela se colocou a todo instante à disposição das autoridades, inclusive para colaborar com as investigações.
Advogado nega viagem de médica do Samu ao exterior; relatório final sai na quinta-feira
RELATÓRIO FINAL
O relatório final de procedimento administrativo movido pela comissão que apura o caso envolvendo a médica Amparo Vera Calderon Curvelo, do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), deve sair ainda nesta semana.

Na tarde desta segunda-feira (18), o advogado Oswaldo Bertogna Junior, da assessoria jurídica do Conderg, disse que o depoimento da médica foi colhido na sexta-feira (15) e que a defesa teria prazo de dois dias para apresentar as alegações finais – nesta terça-feira (19).
Fizemos um prazo bem curto para que o processo se mantenha o mais célere possível. Normalmente, damos dez, 15 dias, mas demos só dois dias. (…) Se estiver tudo em ordem, ai o relatório é feito em um ou dois dias
revelou, dizendo, ainda, que dependerá da comissão.

Não há nada de excepcional no processo. Se houve uma anormalidade em relação ao serviço, ai é a sindicância (comissão) que vai decidir. Na quinta-feira (21), acredito que a gente já tenha uma posição concreta
afirmou.

Segundo Bertogna Junior, finalizado, o relatório final da comissão será encaminhado à direção do Conderg, que deverá decidir, por meio da superintendência, se haverá punição:
(…) se houver alguma punição!