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Dia Nacional do Escritor é comemorado nesta quinta-feira 

Quando pensamos no Dia Nacional do Escritor (25), lembramos imediatamente dos grandes nomes da literatura nacional: Jorge Amado, Érico Veríssimo, Rachel de Queiroz, entre outros. Além destes, diversos autores iniciantes vêm ganhando a admiração do público leitor.  O fotógrafo e artista audiovisual baiano Gilucci Augusto faz parte dessa “nova geração” e está estreando na cena literária com o livro intitulado “Nuances - Entre Luzes e Sombras”, que contém textos que vinham sendo divulgados despretensiosamente em suas redes sociais.

Sem saber ao certo como embarcou neste universo, Gilucci tem como única certeza a que nunca atuaria em apenas uma área. “Eu nasci e fui criado em Santo Antônio de Jesus, recôncavo baiano. Mas em paralelo a isso, frequentava muito Salvador. Então, eu transitava por vários contextos socioculturais e políticos”, assegura. Em sua opinião, a imaginação é permite que os seres humanos vivam experiências, relações e relacionamentos de todos os tipos. “É o que nos permite sermos os seres criantes e nos lança com suas asas, mesmo quando a carne densa do corpo parece estar presa ao chão”, considera.

A escritora Rita Queiroz também optou por editoras de pequeno porte para apresentar seus textos ao mercado. “São editoras que incentivam muito o escritor desconhecido do grande público, principalmente aqueles que estão lançando o seu primeiro livro”, ressalta a autora que acaba de lançar sua obra Ciranda, Cirandinha: vamos brincar com Poesia?. Doutora em Letras e professora da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Rita tem outros três livros voltados para adultos já publicados.

Diversos autores iniciantes também vem ganhando os leitores através da autopublicação de suas obras, sem o intermédio de uma editora. Quem está satisfeita com a alternativa é a escritora Silvia Noronha, que utilizou a prática na plataforma digital Amazon em primeiro livro de contos sobre o cotidiano, chamado A obesidade dos cães e outros contos.

“Para mim foi uma maneira de começar. Eu não queria perder tempo e achei que a autopublicação era a forma mais rápida para ir experimentando. Além disso, encontrar uma editora que apostasse em uma pessoa completamente desconhecida ia levar tempo”, explica Noronha, que também é jornalista e está satisfeita com o resultado.

Agência Educa Mais Brasil