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Contratação de empresa de ônibus sem licitação contraria Constituição Federal, diz especialistas
A mais de 10 anos sem licitação, população pede melhorias no transporte público municipal 

Segundo os especialistas, nenhuma prefeitura pode contratar empresa de ônibus do nada, sem licitação, correndo o risco de contrariar a Constituição Federal e cometer um ato ilegal.

A licitação traz mais segurança aos passageiros. Ela impõe exigências de qualidade para as empresas, além de obrigar mais investimentos, o que um contrato emergencial não tem condições de fazer na mesma intensidade.

Frota sucateada
Em outubro, o Portal de Pinhal publicou a matéria sobre o ônibus da empresa Tuga que, perdeu o eixo traseiro durante o trajeto, colocando em risco a vida de passageiros e pedestres.

Aumento na tarifa
Em setembro, o Prefeito de Espírito Santo do Pinhal, Sérgio Del Bianchi Júnior (PSD) emitiu um decreto concedendo aumento de mais de 12% na tarifa de ônibus. Decisão na qual não agradou a população e os usuários do transporte coletivo.